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— Gastronomia

Não é segredo pra ninguém que adoro comer!! Também gosto de preparar alguns pratos e convidar amigos para serem cobaias.

Um dos meus hobbies é sair pelos cantos das cidades descobrindo sabores novos e aqui colocarei algumas destas descobertas pra vocês, ok?!

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Veggie Burger

Sou vegetariana, mas tenho uma quedinha por lanches. O “mas” aqui é por causa das opções pouco saudáveis nesta categoria o que me obriga a devorar pão com salada e ovo na maioria dos casos. Mas há quem pense nos vegetarianos e em seus estabelecimentos oferecem um cardápio bem democrático e por estes que farei “merchan” agora. Não ganhei nada, não, fica tranquilo, por isto minha avaliação é baseada tão somente no sabor, do ambiente, inclusive!

Estes 3 lanchinhos equivalem a um.

Em Curitiba eu descobri que vive-se uma febre do veggie Burger. Seja qual for o motivo (ativismo, religião, nojo, saúde) muitas pessoas estão escolhendo viver sem carne e para não perder estes fregueses, alguns lugares se adaptaram. Um exemplo é o Squareburger, que só entrega. Isto mesmo, você entra no site, escolhe o sabor e o tamanho e recebe em casa. Pedi um single (são três miniburgers + fritas) e vêm bem embaladinhos, numa caixa legal e chega ainda quentinho, mesmo no frio do inverno curitibano.

Pão fresquinho e hamburger delicioso. Ainda vem com fritas.

Tinha ouvido falar muito do Barba, na Vicente Machado e estava curiosa para experimentar o hambúrguer de batatas com ervilha. De fato, um achado! O pão é macio e fresquinho, os molhinhos são deliciosos e o hambúrguer é dos melhores. Pena que o ambiente não tem muito a minha cara. Nem tô falando do povo “alternativo” que lota o lugar assim que abre, mas do som alto no ambiente. Justo eu que não sou fã de rock… A experiência teria sido mais agradável pra mim com uma música suave e bem baixinha.

É enorme, mas eu não gostei por conta de algum queijo estranho…

O Dom Corleone parecia uma promessa incrível com o famoso hambúrguer de vegetais (abandonei um pouco os de soja para experimentar as variações). O lugar é um bar, ou seja, a galera vai lá mesmo é pra encher a cara ao som de rock e assistindo lutas na TV. Já sacou que não curti muito o ambiente, né?! O preço é bom e o hamburger dá pra duas pessoas, de tão grande, mas não gostei. O gosto forte de algum queijo que não me apeteceu deu náuseas, sem brincadeira! Se você gosta de queijos, lutas e rock, talvez seja o lugar ideal para matar a fome. Não foi o meu caso.

além de hamburger, tem lasanha e risoto vegetarianos

No The Brooklin Coffee Shop eu me senti em casa. Wifi boa e gratuita, ambiente arejado e despojado, garçons gentis e rápidos e algumas opções para almoçar e jantar. Acabei indo mais de uma vez, claro! Já almocei um delicioso risoto ao funghi, uma lasanha de berinjela e comi hambúrguer de cogumelo Portobello. Isto mesmo! O preço também é justo, o que certamente me fará voltar outras vezes.

O inusitado ficou por conta do hamburger de abóbora

Na Hamburgeria do Vicente, o agradável e limpo ambiente já dá as boas-vindas com classe. Mas o que gostei mesmo foi da possibilidade de pão integral e o revolucionário hambúrguer de abóbora. Isto mesmo, a-bó-bo-ra! Tem os acompanhamentos de sempre – de qualidade, ressalte-se – e com a consciência tranquila de que não se está cometendo nenhum crime. Isto, de fato, é um achado em se tratando de fast food.

Um dos mais deliciosos que comi

Na Lanchonete da Cidade, em São Paulo, o clima é de alegria, descontração e comedeira. Não sei se é com todo mundo, mas toda vez que fui lá me senti assim. Tem uma tal de batata rústica com alecrim e alho assado que chega a ser um crime. Daí o hambúrguer é incrível e segundo o Leonardo, se pedir queijo de cabra fica ainda melhor. Ainda não tentei. É grelhado na medida, bem macio  e o pão é fofinho e temperado na medida.

Em Campinas eu aceitei a sugestão da Veja e fui conhecer o Big Jack, com meu marido. De fato, o melhor hambúrguer da cidade, pelo menos no meu paladar vegetariano. Feito de soja, é macio e bem temperado, com um creme de alho e cebolas no shoyo que dão aquele up no lanche. Pão fresquinho e macio também faz a vez de bom coadjuvante. Aprovadíssimo, mas prepare o bolso!

Oh! Melete

Este aqui custou R$ 18

A ideia me atraiu: omeletes. Sou ovo-lacto-vegetariana e encontro poucos lugares onde é possível ter uma refeição sem carne, por isto quando os encontro divido com vocês. Esta casa em Perdizes, São Paulo, é um ambiente agradável, moderninho e com 14 opções de omelete (todos com ovos orgânicos certificados). Este da foto é um com shitake e queijo de cabra, mas tem outras opções sem carne, como o de shimeji e alho poró. Pedi acompanhado de folhas verdes e legumes grelhados. Uma delícia! Está aí uma opção diferente para um almocinho gourmet.

Tea Conection

Cheesecake de frutas vermelhas do Tea Conection de São Paulo.

Eu comi este prato de salada com banana, beringela, abobrinha, ervas e cebola num restaurante flutuante na Amazônia peruana.

 Carolla D.O.C Pizzeria

Pizza da Carolla D.O.C. é de Escarola refogada com tomatinho cereja, queijo de búfala e mangericão

Gero

Este italiano de São Paulo, que fica nas proximidades da Oscar Freire é um deslumbre. O ambiente é delicioso e está sempre cheio de gente “refinada”, mas não se intimide, afinal, é cliente também, embora não tenha uma Ferrari na frente, como alguns. Verniz à parte, a comida é mesmo deliciosa (e cara!!) Esta combinação aí da foto é um raviolini com ricota e um molho de tomates, que veio depois da salada de folhas, pêra, nozes e mel. É de lamber os dedos, não fosse o fato de que este ato atrairia olhares curiosos… uma combinação de pães e azeites chega antes de tudo para ir matando a fome aos pouquinhos. Claro que não é de ir todo dia, mas de vez em quando, numa ocasião especial…

Fabiano Marcolini Alimentari

(na praça da Espanha, Curitiba)

É uma casa de pães, com cara de bistrô e serve um sorvete artesanal maravilhoso, além de lanchinhos muito gostosos. Tem o bufalino, o sanduíche que eu sempre peço: um pão integral do tipo hambúrguer com pasta de ricota, berinjela marinada, rúcula, cenoura e outras ervinhas… regado à azeite e é tudo de bom! É de lá também a torta de banana com chocolate, que eu tento em vão resistir. Sucos de uva da Serra Gaúcha fazem o arremate. As paredes cobertas de pratos comemorativos do restaurante, além dos velhos telefones e outros objetos vintage dão um ar de aconchego perfeito para uma conversa de fim de tarde.

Fernando de Noronha

Comer em Noronha não é uma atividade simples. Pelo menos pra mim não foi e por dois motivos: preço e alimentos vegetarianos. Como qualquer lugar banhado pelo mar os frutos deste são abundantes. Peixes e carne de sol também saltam aos olhos nos cardápios e legumes, verduras e frutas ficam escassos. Primeiro porque não tem muito na ilha, a não ser manga, segundo porque é caro trazer de fora e muitas vezes sofrem avarias com o transporte a barco ou mesmo de avião. Ainda assim, achei uns cantinhos bons pra comer.

Xica da Silva – O restaurante charmoso, como os outros do mesmo nível, tem precinho salgado, mas me servi de uma bruscheta (pão com tomate picado, azeite e manjericão) bem gostosa, queijo coalho e uma salada com feijão de corda. O ambiente é agradável com opções de mesas ao ar livre ou interno no conforto do ar condicionado.

Flamboyant – é um quilo esperto e o melhor custo-benefício, na minha opinião. Tem boas opções de salada e se tiver sorte, um risoto ao funghi ou feijão fradinho sem nada de carne. Se você come peixe ou frango, também vai se fartar com as opções. Por R$ 43 o quilo, não é barato, mas pra ilha, o preço é ótimo. Fica no centrinho da vila dos remédios, bem ao lado do bosque. Ah, e pega bem a Noronha Digital, internet grátis da ilha. Veja, pega bem o sinal, não que o sinal seja bom.

Varandas – não tem muitas opções sem carne, mas o risoto e a pasta ao pesto fazem bonito no almoço. Algo em torno de R$ 45 o prato, fora bebidas e acompanhamentos. O ambiente condiz com o nome e tem repelente disponível para os clientes, pois você vai precisar.

Restaurante do Zé Maria – a grande atração da casa é o próprio dono que dá nome ao lugar. Com frutas e hortaliças plantados ao redor da pousada, o abastecimento com produtos naturais é constante. É do hotel que leva o mesmo nome e tem um barco pesqueiro próprio para trazer peixes fresquinhos para os clientes. Nos sábados e quartas tem o tradicional festival gastronômico a R$ 120,00 por pessoa, fora bebidas. Mas dos 46 pratos disponíveis no dia que fui, só havia 3 vegetarianos (arroz com jaca, farofa de pão velho e sushi de pepino). Então, pra quem não come carne, nem peixe, o custo é totalmente desproporcional ao benefício. Mas vale ressaltar que o ambiente é ótimo, o serviço super agradável e o próprio Zé Maria uma atração à parte.

Mundo Verde – foi aqui o melhor açaí da ilha (R$9 com granola e mais R$3 se quiser banana). Denso, gostoso e mais barato. Experimentei  na Toca do Açaí e também no Empório São Miguel, mas a Mundo Verde ganhou. É bem em frente à escola Arquipélago. Não tem erro, pois é a única escola da ilha.

Pousada Maravilha – Aí sim começamos a conversar, viu! Não que abunde em pratos vegetarianos, nem seja barato. Aliás, bem longe disso. Mas tem mais opções para quem não come carne. São sanduíches deliciosos como o de abobrinha, massa ao molho de tomate, pesto e até um rondelle de berinjela recheada com ricota e espinafre. As saladas são boas, mas no dia em que fui não tinha folha nenhuma por um típico problema de abastecimento daí o chef inventou uma com tomate cereja, beterraba e cenoura raladas e queijo de búfala. Claro que estamos falando de uma das vistas mais bonitas da ilha e da pousada mais cara. Tudo isto também se transfere para o prato. Se lá no Xica da Silva eu comi bruscheta por  R$ 12, aqui foi o dobro e um singelo prato com massa ficou em R$ 48. Nem vou contar da sobremesa…

Atelier de Massas

Parece maluquice, mas é bem agradável lá dentro.

Bem peculiar. Excêntrico e exótico também podem se encaixar. Parece mesmo que entramos num atelier que descuidadamente serve comida em meio às caixas, quadros e respingos cujos aromas se misturam. Cores fortes nas paredes, piso velho e forro quase a cair na cabeça dos comensais que se ajeitam no estreito salão do sobrado antigo.

Quanto às massas, ah… dignas de serem chamadas obra-prima de um artista. Bem, nada mais adequado, estando num atelier.

Esta parte é especialmente tentadora, creia-me. Não crê? Vá lá…


Tuíto um monte sobre ela, mas ainda não coloquei aqui no blog. Estou falando da brusquetta. Esta comidinha italiana fácil, fácil e deliciosa. Esta da foto eu fiz um só pra mim, já que ninguém estava em casa. Às vezes eu incremento e coloco um aceto balsâmico por cima, só de charme. Também dá pra levar tudo ao forno e colocar algumas azeitonas. Mas a tradicional – e não menos deliciosa – é assim: pão italiano levemente tostado com azeite, tomates frescos cortados em cubinhos e temperados com manjericão, sal, azeite e um toque de pimenta branca (por minha conta). Coloque a mistura sobre o pão ainda quente e sirva. Se quiser colocar queijo por cima e levar ao forno depois, é por sua conta e risco. Fica bom de qualquer jeito. Acho que não é tão calórico, né?! Tem tomate!!! (risos)

Esta entrada agrada muito, mas cuidado para não se lançar nela e esquecer o prato principal.

Eu sempre falo tanto de massa e até agora não coloquei nada aqui. Pois bem, hoje vou me redimir desta injustiça com três massas especiais. Na verdade, especiais mesmo são os molhos que as acompanham. Este aqui embaixo é o mais tradicional lá em casa feito à base de tomates italianos (pelados e sem sementes) com muito azeite extra-virgem, alho e mangericão. Um sucesso garantido que já é feito por todos lá em casa e com variações sempre saborosas. Tão bom é que comemos de colher, pra pegar o quanto mais de molho e, detalhe: é 1 kg de tomate por pessoa!

Foto de André Nadaline

Esta é nossa massa tradicional servida com um bom suco de uva.

Este aqui foi preparado pelo André Nadaline, que também tirou as três fotos das massas (publicadas na Vida e Saúde, aliás). Pra fazer esta delícia, servida sobre o farfalle, é preciso champignons frescos, do tipo paris, tomate sem casca e sem semente, alho, cebola, ervas finas e um pouco de shoyo. Além de muito azeite, claro. Refoga tudo numa panela wok e voilá!

Este macarrão é grano duro da Barilla (marca italiana)

Este aqui é uma tentativa de fazer o clássico pesto genovês. Basicamente é alho (uns dois ou três dentes) amassados no pilão com folhas de mangericão, esta sim sem miséria, e pinoli – pode substituir por nozes. Depois adiciona o azeite e mexe retorcendo no pilão. Após virar uma pasta verde, coloque uma concha da água quente com a qual ferveu o macarrão e pronto. Acerte o sal e sirva para deleite dos convidados!

Acho mais gostoso servido com Talharini, mas pode ser outra massa que escolher.

Salada Caprese em forma de torre. E descobri isto no Peru!!

Esta é uma salada caprese nada convencional que comi num restaurante italiano em Cuzco, Peru. Já não aguentava as comidas locais, pois são meio diferentes do nosso paladar e resolvi caçar algo mais próximo: massa! Os cinegrafistas que estavam comigo ficaram felizes com a descoberta numa viela charmosa da cidade histórica. Esta salada na inusitada forma de torre é bem simples e como você não vai até Cuzco pra saborear, vai a dica aqui: tomate italiano cortado em rodelas e intercalado com mozzarela de búfala e folhas de manjericão. Pra dar aquele toque de chefe, azeite extra-virgem. Muito azeite! O secredinho aqui era uma mistura de azeite com o manjericão (batido no liquidificador, suponho), jogado displicentemente sobre a “torre”. Hum, uma delícia…

Sanduíche bufalino do Fabiano Marcolini Alimentari (na praça da Espanha, em Curitiba)

É um pão integral do tipo hambúrguer com pasta de ricota, berinjela marinada, rúcula, cenoura e outras ervinhas… regado à azeite é tudo de bom!

Tapioca é tudo de bom, fala sério! E uma das melhores que comi foi em Natal, na Casa de Taipa. Os mais variados recheios se encontram lá e você se perde no meio de tantos! Sem falar que o lugar é um charme com o chão de areia e cadeiras de madeira colorida sob um teto de cipós. Lindo, lindo!

A seleção abaixo faz parte do “Melhor de Curitiba” da revista especial Vida e Saúde Curitiba.

Asiático: Pin Chan

Endereço: Rua Floriano Essenfelder, 475, Bairro: Alto da Glória Telefone: 3077-3881.

A família chegou há cerca de 12 anos de Taiwan e não tem muita intimidade com o português, mas domina a culinária muito bem. Com um cardápio tipicamente oriental os vegetais são destaque e a carne de soja é a estrela de pratos tradicionais como yakisoba e a guioza que é recheada de repolho, cenoura, salsão e proteína de soja. Uma variedade de saladas e as sobremesas naturais também são atrativos, ainda mais pelo preço: R$ 17,90 o quilo de segunda a sexta. Para ajudar na digestão tem como cortesia chá de erva cidreira ou alcachofra.

Italiano: Mangiare Felice

Endereço Rua Francisco Rocha, 560 Bairro: Batel  Telefone: 3244-7446

Endereço 2: Rua Rocha Pombo, 397 Bairro: Juvevê Telefone: 3252-8866 | 3254-7643

Que os italianos entendem de uma boa mesa, não se discute, mas que é difícil achar boas opções com cardápio vegetariano, também é consenso. Em Curitiba o tradicional Mangiare Felice agrada por este viés. Com um cardápio bem variado tem molhos e massas que agradam o paladar mais refinado e também aquela pessoa ligada em alimentos saudáveis. Um exemplo é a salada Piero com filé de pimentão, folhas verdes, palmito berinjela e torradas de alho. O prato principal pode ser um raviolini receado com ricota e o intrigante molho À Qualquer Coisa, com tomate, champinhon e ervas. O prato bem servido para duas pessoas sai por R$ 57,00 e a salada que serve até quatro pessoas, custa R$ 40,00.

Gelado: Yoguland

Endereço: Alameda Dom Pedro II, 499, loja 3 Bairro: Batel Telefone 3223 4591

Endereço 2: Rua Rocha Pombo, 280  Bairro: Juvevê Telefone: 3053 3732

Também tem loja no Shopping Curitiba

O negócio surgiu de uma amizade e visão de oportunidade depois que os donos Thiago Campos e Rafael Soares moraram nos Estados Unidos, país onde o frozen de iogurte tem ampla aceitação. A novidade desembarcou em Curitiba no ano passado e ganhou o público, pois além de gostoso é saudável. Um potinho possui metade das calorias de um sorvete comum e 0% de gordura. Além disso, é possível combinar o frozen com frutas frescas, o que deixa a receita ainda mais saborosa e nutritiva. Outras opções são os smothies e os fruit cups. Mas o tradicional iogurte natural com morango ou manga, hum, é de lamber os dedos.

Lanche: Superdog Cabral

Endereço: Rua Dr. Manoel Pedro, Esquina com Munhoz da Rocha Bairro: Cabral Telefone: 9929 7172

Quem cuida da saúde também tem ótimas opções de lanches rápidos em Curitiba, um exemplo é o SuperDog Cabral, um carrinho de cachorro-quente com cardápio vegetariano e vegano. Além do ponto agradável entre os bairros Juvevê e Cabral, o cliente pode escolher lanches sem nada de origem animal como o beagle com salsicha vegetariana, pasta de tofu temperada com ervas, tomate e milho. As bebidas também são bem saudáveis incluindo suco de couve e chás. O hotdog custa por volta de R$ 5,00 e você come ao ar livre, ou dentro do carro.

Restaurante vegetariano: Sorella

Endereço: Alameda Júlia Costa, 1735 Bairro: Champagnat  Telefone: 3335-3216
Endereço: Rua Marechal Hermes, 728 Bairro: Centro Cívico  Telefone: 3026-5794
Endereço: Herculano C. Franco de Souza, 427 Bairro: Água Verde Telefone: 3076 9884

Tradicional em Curitiba, o restaurante tem três endereços onde o bufê é praticamente igual. Uma grande variedade de saladas, frutas e grãos acompanham pratos quentes saborosos e livres de carne. Aos domingos mini porções hambúrgueres, pizza e outras guloseimas também se somam ao cardápio que custa R$ 19,00 por pessoa com direito à suco e sobremesa. Na semana o preço é de R$ 16,00. Se a ideia é fazer lanche ou tomar sopas, é só ir à noite e se aquecer com o cardápio para a cidade fria de Curitiba.

Sucos: Jungle Juice

Endereço: Av. Vicente Machado, 1965 Bairro: Batel Telefone: 3023-7060

A primeira impressão ao chegar à casa de sucos – que também oferece lanches e sobremesas naturais e integrais – é de estar numa selva. A decoração com folhas, troncos de madeira e muitas cores faz o suco ter mais sabor. A loja funciona até meia-noite, um atrativo e tanto no verão e conta também com açaí servido na tijela acompanhado de frutas e cereais. Os sucos vão dos tradicionais até os mais exóticos. Uma agradável combinação é o de maçã, morango e framboesa. Um suco vermelho e rico em antioxidante. Por aqui não se trabalha com polpas, somente as frutas e é uma boa opção também de passeio e bate-papo com os amigos.

3 comments

  • Oi Fabi!
    Estou amando seu blog e tbm acompanho seu canal no youtube..ne identifiquei muito com vc…já comprei o livro tbm…
    Amei as sugestões! 🙂

    Reply
  • Já comeu o “amburguer do zé”? é bem bom! e tem uma batata enorrrmeee (come em 3) e muito boa tb com creme cheese e parmesão (eles fazem sem bacon)…

    Reply
  • Oi Fabiana, vc foi embora daqui e a gente não saiu prá comer…que pena!
    Mas que bom que te achei aqui no facebook por acaso e entrei no seu blog ( é isso?) e gostei bastante. Um Beijo meu e do Helnio.

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