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Você sabe a história desta foto?

Abutre espera criança na certeza de que logo terá sua refeição.

Kevin Carter (13 de setembro de 196027 de julho de 1994) foi um premiado fotógrafo jornalístico do Continente Africano e membro do “Clube do Bangue-Bangue”.

Em março de 1993, Carter fez uma viagem para o sul do Sudão. O som de choramingar macio perto da vila de Ayod atraiu Carter a uma criança sudanesa. A menina havia parado para descansar ao esforçar-se para chegar a um centro de alimentação, onde um abutre tinha aterrado próximo. Ele disse que esperou aproximadamente 20 minutos, esperando que o abutre abrisse suas asas. Não o fez. Carter tirou a fotografia e perseguiu o abutre para afastá-lo. Entretanto foi criticado por somente estar fotografando e não ajudando a pequena menina.

A foto foi vendida ao The New York Times onde apareceu pela primeira vez em 26 de março de 1993. Praticamente durante a noite toda centenas de pessoas contactaram o jornal para perguntar se a criança tinha sobrevivido, levando o jornal a criar uma nota especial dizendo que a menina tinha força suficiente para fugir do abutre, mas que o seu destino final era desconhecido.

Em 2 de abril de 1994 Nancy Buirski, um editor estrangeiro de fotografias do New York Times, telefonou para Carter para informar que ele tinha ganho o mais cobiçado prémio de fotografia. Carter foi premiado com o Prémio Pulitzer por Recurso Fotográfico em 23 de maio de 1994 na Universidade de Colúmbia em Nova Iorque.

Em 27 de julho de 1994 levou seu carro até um local da sua infância e suicidou-se utilizando uma mangueira para levar a fumaça do escape para dentro de seu carro. Ele morreu envenenado por monóxido de carbono aos 33 anos de idade. Partes da nota de suicídio de Carter dizia:

“Estou deprimido… Sem telefone… Sem dinheiro para o aluguel.. Sem dinheiro para ajudar as crianças… Sem dinheiro para as dívidas… Dinheiro!!!… Sou perseguido pela viva lembrança de assassinatos, cadáveres, raiva e dor… Pelas crianças feridas ou famintas… Pelos homens malucos com o dedo no gatilho, muitas vezes policiais, carrascos… Se eu tiver sorte, vou me juntar ao Ken…”

Mudando de assunto…

Esta foto é da www.v2fotografia.com.br. Meus amigos lindos, André e Lisley.

Lembra daqueles quadros de natureza com caras de mulher? Eu tinha um em casa (risos)

Adoro esta foto que tirei do carro. Não é força, é jeito!

Plantação de chá. Os miseráveis geram lucro para os gananciosos.

Quando não se tem escolhas, o tamanho da roupa não tem importância

Adoro esta foto que tirei no Malawi e mostra a alegria de um povo

Oi, gente… hoje resolvi falar de comida. Nem é da culpa de comer além do que deve, não. É de comer coisa saborosa (sem afrontar a saúde, ok!) Esta foto aí é uma adaptação de uma receita do chef Fabiano Marcolini, de Curitiba. Aliás, se quiser gastar uns trocados dê uma passadinha na Villa Marcolini Ristorante e deguste massas maravilhosas. Bom, acompanhei uma aula de culinária que ele dá para gourmets e adorei esta receita que originalmente leva peixe. Como sou vegetariana fiz uma variação que, modéstia inclusa, ficou uma delícia. Depois coloco a receita, ok?!

Eu também sou tiete…

Eu sou fã de alguns escritores, mas não sou de tietar muito. Só às vezes… a última vítima da minha saga foi o Fernando Morais, em Florianópolis e agora estou lendo a obra 1822 do Laurentino Gomes (paranaense radicado em Itu, terra onde meus pais moram). Ele é autor do 1808, que foi um sucesso e mostra como a História pode ser acessível, se bem contada e bem documentada… Uma grande reportagem, na verdade. Depois faço uma resenhazinha lá no “Eu li”. Por hora, fiquem com a foto da minha tietagem, no banco, pode?!

Kevin Carter (13 de setembro de 196027 de julho de 1994) foi um premiado fotógrafo jornalístico do Continente Africano e membro do “Clube do Bangue-Bangue”.

Em março de 1993, Carter fez uma viagem para o sul do Sudão. O som de choramingar macio perto da vila de Ayod atraiu Carter a uma criança sudanesa. A menina havia parado para descansar ao esforçar-se para chegar a um centro de alimentação, onde um abutre tinha aterrado próximo. Ele disse que esperou aproximadamente 20 minutos, esperando que o abutre abrisse suas asas. Não o fez. Carter tirou a fotografia e perseguiu o abutre para afastá-lo. Entretanto foi criticado por somente estar fotografando e não ajudando a pequena menina.

A foto foi vendida ao The New York Times onde apareceu pela primeira vez em 26 de março de 1993. Praticamente durante a noite toda centenas de pessoas contactaram o jornal para perguntar se a criança tinha sobrevivido, levando o jornal a criar uma nota especial dizendo que a menina tinha força suficiente para fugir do abutre, mas que o seu destino final era desconhecido.

Em 2 de abril de 1994 Nancy Buirski, um editor estrangeiro de fotografias do New York Times, telefonou para Carter para informar que ele tinha ganho o mais cobiçado prémio de fotografia. Carter foi premiado com o Prémio Pulitzer por Recurso Fotográfico em 23 de maio de 1994 na Universidade de Colúmbia em Nova Iorque.

Em 27 de julho de 1994 levou seu carro até um local da sua infância e suicidou-se utilizando uma mangueira para levar a fumaça do escape para dentro de seu carro. Ele morreu envenenado por monóxido de carbono aos 33 anos de idade. Partes da nota de suicídio de Carter dizia:

“Estou deprimido… Sem telefone… Sem dinheiro para o aluguel.. Sem dinheiro para ajudar as crianças… Sem dinheiro para as dívidas… Dinheiro!!!… Sou perseguido pela viva lembrança de assassinatos, cadáveres, raiva e dor… Pelas crianças feridas ou famintas… Pelos homens malucos com o dedo no gatilho, muitas vezes policiais, carrascos… Se eu tiver sorte, vou me juntar ao Ken…”

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