Resenha do livro 3096 dias

Resenha do livro 3096 dias

Este livro conta o período de cativeiro de Natasha Kampusch, uma jovem austríaca que ficou 8 anos presa e só conseguiu fugir aos 18, mas aparentemente deu a volta por cima de todo este trauma. Leitura ótima, mas prepare-se para uma sensação ruim pós leitura.

8 comments

  • Fabi querida, li o livro depois que assisti sua resenha.
    Quando me deparei com o livro dando sopa na estante da Biblioteca Pública logo fiz o empréstimo. Realmente fiquei com uma sensação ruim quando cheguei ao fim.
    A Natascha tem a minha idade (ela é três meses mais velha que eu, +/-), e antes dos dez anos lembro de ouvir noticias de sequestros, ficava morrendo de medo, mas sempre seguia as recomendação de minha mãe como: não fale com estranhos, passe longe de pessoas suspeitas… Ler hoje o que aconteceu com ela, fez eu me colocar no lugar dela, embora seja difícil, e eu não tenho a certeza se eu teria a mesma força que ela teve. Colocar-se no lugar das pessoas me faz ver que eu não tenho motivos para reclamar sabe?
    Refleti também com relação ao meu filho: nós mães, nunca vamos conseguir proteger nossas crianças de tudo (e sinceramente acho que nem devemos). Embora o livro não aborda o que se passava fora no cativeiro, mais especificamente com a mãe, tenho certeza de que ela nunca se esqueceria de sua filha (mesmo que a filha saíra de casa sem se despedir), mas diria a Natascha o seguinte: Mesmo que uma mãe viesse de seu filho se esquecer, ainda assim Deus não haveria de esquecer de ti.
    Enfim, foi uma leitura muito proveitosa, pois abriu minha mente para um conhecimento que eu nao havia encontrado (sequer buscado) antes.
    Sou grata por suas dicas e conselhos. Que Deus te abençoe ricamente. Beijos!

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  • Fabi, já leu A Casa do Céu? Depois de ouvir sua resenha lembrei desse que li esses dias. Olha… É um dos livros mais marcantes que eu já li. Ele conta a história de Amanda Lindhout que, desde pequena, sonhava em conhecer o mundo.

    Aos19 anos, trabalhando como garçonete, começa a economizar o dinheiro das gorjetas para viajar como mochileira. Em 4 anos, ela já havia conhecido mais de 40 países. Em agosto de 2008, viajou para a Somália, foi sequestrada e mantida em cativeiro por 460 dias.

    Quando chega a parte do sequestro, o livro fica mais ‘pesado’. Em certas partes do livro eu tive que parar um pouco de ler para pensar sobre o que tinha acontecido, como ela tinha lidado com o que estava acontecendo.

    Achei incrível ver a força e a coragem dela e os mecanismos de defesa que criou para que continuasse a ter esperança e vontade de viver. É uma história sobre cultura, religião, PERDÃO. Esse relato dramático e libertador me tocou de um jeito que não sei explicar. Abalou meu estado de espírito. Sai do ‘entretenimento’ para uma reflexão pessoal profunda. É uma história que vale a pena ser lida.

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  • Oiiiiiii Fabi eu ainda não li o livro mais assisti o filme , e achei mesmo muito triste mas logo depois que assisti o filme fui pesquisar sobre essa menina e é verdade mesmo que ela foi criticada por ter superado vou querer ler o livro.
    Fabi gosto muito de vc e de tudo que vc faz ,admiro como vc é comunicativa e como vc ocupa bem o seu tempo….Bjssssssss!!!!!!!!

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  • Fabi, queridaaaa! Já li o livro, e assisti o filme, minha mãe sempre me dizendo para não ler, e meu namorado pedindo para que eu não assistisse rsrsrsrs. Realmente, sempre me interessei por histórias de pessoas que foram sequestradas, e que mantiveram suas vidas mesmo dentro de cativeiro, e conseguiram fugir. Li um pouco acerca da Síndrome de Estocolmo, e acho que no caso da Natasha, é um perdão que ela mesma libera, mesmo após ela ter passado por tantas coisas ruins, por algo tão terrível que é ser privada de uma vida comum na adolescência, ela perdoa ao sequestrador, porque ela não queria viver presa naquele sentimento de ódio para o resto da vida. Se não me falha a memória, ela fala nisso em uma de suas entrevistas. Também achei o livro pesado, confesso que esperei pelas partes sobre o estupro, mais como achei o conteúdo do livro em si já amargante, Natasha soube dosar isso, não pondo as partes sexuais.

    Amei sua resenha, de uma forma bem rápida você trouxe de volta aquela vontade de ler rsrsrs, admiro muito seu trabalho, com o vlog, o blog, e isso tem contribuído bastante para a vida cristã, para o meu comportamento como mulher de Deus. Admiro tudo em você querida!!! Um grande abraço, que Deus continue te abençoando grandemente!!!!!

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  • Oi Fabi, tudo bem?
    Adoro ler, sou louca por livros, tenho uma estante cheinha e cada dia adquiro mais. Sou viciada em livros e o dia que não leio nada parece que não vivi. Amo biografias, histórias de terror, policiais, auto-ajuda.. enfim gosto de tudo um pouco.
    Esse é meu perfil no skoob caso queira dar uma olhadinha em minha estante de livros de lá.
    http://www.skoob.com.br/usuario/553076-juliana
    Skoob caso você não conheça, é um site somente para quem gosta de ler, parece um pouco com a plataforma do orkut, mas só parece.
    Leio muito livro junto, porque sou muito curiosa e não aguento terminar um, para começar a ler outro. Ou quando o livro é muito chato, leio outro para animar e continuar a leitura parada. E é isso aí. Esse livro que você citou: já li. Realmente muito bom.
    Beijos e sucesso.

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  • Oi Fabi, li tanto o livro quanto assiti o filme, muito interessante,mas muito triste tambem.
    Me interessei pela historia e fui buscar mais sobre, fiquei muito triste ao mesmo tempo feliz por ela ter superado,o mais engraçado pra mim foi o fato dela de certa forma defender o agressor por ele ter cuidado dela durante esses 8 anos.Historia complicada e interessante. Adorei, otima dica!

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    • Pois é, a Síndrome de Estocolmo não explica tudo e é intrigante isto. Eu não vi o filme ainda, mas tenho curiosidade… o livro é ótimo!

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